Bate-papo com Sérgio Ribeiro

Bate-papo com Sérgio Ribeiro

À frente da Diretoria Regional do Senac RJ desde o início de 2020, Sergio Ribeiro é o entrevistado da seção Bate-papo com a liderança desta edição. Com passagens pelo Sesc RJ e tendo atuado como assessor do Sesc RJ e Senac RJ e como diretor de Planejamento e Orçamento do Sesc RJ, cargo que deixou para exercer a atual direção, Sérgio foi entrevistado por Airton da Silva, campeão do Talentos Senac 2014 e colaborador na Secretaria da Unidade Copacabana e por Alan Menezes, coordenador administrativo na Unidade de Botafogo.

Ares descontraídos marcaram o encontro do trio, que entre uma troca e outra relevou afinidades entre os participantes, como o interesse por futebol e viagens. Um bate-papo que ficará na memória de todos os participantes por muito tempo.

Vida profissional

Formado em ciências contábeis, Sérgio Silva, 63 anos, atuou durante quatro décadas com contabilidade. Foi empresário e tinha o próprio escritório, quando há pouco mais de um ano, recebeu a proposta de trabalhar no Sistema S. Diante desse fato, Airton quis saber como foi para o gestor essa transição e encarar o novo desafio. “Trabalhar aqui é um privilégio. O convite para fazer parte do Sistema S foi uma surpresa maravilhosa e em uma idade que, normalmente, a gente não encontra mais desafios profissionais significantes”, disse o gestor.

Fora do expediente

Simpático e falante, Sérgio tem a habilidade de deixar as pessoas ao redor à vontade para conversar e trocar ideias. Estimulado pelo ambiente descontraído, Alan perguntou quais atividades e hobbies Sérgio costumava cultivar nas horas de lazer. “Uma das minhas paixões é o futebol. Quando mais jovem, eu jogava bola, me reunia com os amigos para partidas. Hoje, programação de fim de semana para mim é ir ao Maracanã, assistir às partidas”, comentou o gestor que torce pelo Flamengo e que, apesar de estar agora só na arquibancada, continua um aficionado pela bola.

Até os sonhos de Sérgio (já realizados) são relacionados ao futebol: assistiu à Copa do Mundo de 1998, na França, e à final da Champions League em Madrid (Espanha), onde esteve no ano passado.“Foram momentos inesquecíveis”, disse.

O trabalho social que desenvolve é também relacionado à vida em campo. Ele é membro do Conselho Curador da Gol de Letra, fundação que utiliza o esporte para dar apoio a crianças em situação de vulnerabilidade, criada pelos jogadores Raí e Leonardo (de quem Sérgio é amigo há mais de 30 anos).

O futebol perpassa mesmo toda a vida de Sérgio, mas, interessado nos demais hobbies do diretor, Airton perguntou quais outras atividades e programações o líder gostava de fazer no tempo livre. “Gosto de assistir a séries e filmes. Também de ir à praia aos domingos, no Leme, onde moro,e, depois, tomar um chopp e trocar ideias com os amigos na Taberna do Leme. Ainda, gosto de ir a Sapucaí no Desfile das Campeãs e a alguns ensaios de escolas de samba”, disse Sérgio, que é Mangueirense, mas também torce pela Viradouro.

Afinidades

A conversa já ia para lá de uma hora, quando, impelido pelos questionamentos feitos a ele a respeito de seus hobbies, Sérgio quis saber quais eram os prazeres de Airton e Alan nas horas vagas.

Em comum aos três descobriram, então, o gosto por viagens, ainda que cada um tenha apreço por roteiros específicos. O sonho de Airton era conhecer Paris (França), viagem que realizou há alguns anos. Já Alan tem especial interesse pelos países da América do Sul. Sérgio, que já conheceu alguns países da Europa, quer visitar países vizinhos do Brasil e estados onde ainda não esteve.

Vida em família

Sérgio tem duas filhas, Juliana (19 anos) e Flávia (23 anos). Sobre o relacionamento familiar, Alan perguntou ao diretor de que maneira ele busca estar sempre presente e equilibrar a vida pessoal com a profissional. “É preciso estar atento para não acabar negligenciando a convivência em família, pois a correria nos engole. Estar com as minhas filhas é maravilhoso. E não só isso, estar com elas é sinônimo de aprender o tempo todo. Elas me ensinam muito sobre empatia, diversidade, feminismo e outras bandeiras importantes da nossa sociedade e que a minha geração ainda precisa se esforçar mais para abraçar de vez”, comentou.

Mensagem final

Para encerrar o bate-papo, Airton perguntou a Sérgio qual mensagem ele gostaria de deixar para os colaboradores como uma forma de dar o tom de sua gestão. “É um desejo grande meu, e sei também que do nosso Presidente, Queiroz, que as pessoas trabalhem com tranquilidade, felizes. Pretendemos cada vez mais que a gestão do Senac RJ seja inclusiva, e que os colaboradores se sintam verdadeiramente satisfeitos. Só assim conseguiremos alçar ainda mais o Senac RJ como um agente transformador de vidas a serviço da sociedade”, finalizou.

 

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