SESC

 

 Estou muito feliz em escrever aqui dando dicas de filmes em um mês tão especial como o mês das mães, essa palavra já dá um calorzinho no peito. O cinema nacional tem produções incríveis. Mas duas, em especial e mais recentes, tocam bem fundo na questão da maternidade. Os filmes Que horas ela volta e Benzinho retratam, de formas diferentes, a relação de mães e filhos, laços e rupturas, são doces e levantam questões sociais importantes a serem discutidas. Eles são protagonizados por Regina Casé e Karine Telles, esta última, inclusive, atuou nas duas produções.

Boa sessão e consumam o cinema nacional!

Lucas Cabral
Analista técnico de cultura na Unidade Barra mansa

 


SENAC

Priscila Siqueira é mãe de Samara (14 anos) e Gabriel (10 anos).

Aqui em casa, para me distrair durante o isolamento social, gosto de ver filmes e séries. Neste mês, para homenagear as mães, escolhi duas dicas que creio combinarem muito bem com a temática da maternidade para dividir com meus colegas de Senac RJ e Sesc RJ.
Se o que você está querendo é distrair a mente e se divertir, então prepara a pipoca porque Minha mãe é uma peça 3 é tudo o que você precisa! Uma comédia que conta a história de uma mãe-coruja, separada, que criou os dois filhos sozinha. Dona Hermínia dedicou a vida aos filhos e, quando as “crianças” já estão grandes, percebe seu “ninho” está vazio. O filho Juliano anuncia que vai se casar, e a filha Marcelina, que está grávida, informa que pretende se mudar para um lugar mais tranquilo, longe da agitação da cidade. Como Hermínia vai lidar com essa nova situação? Será que deixará seus filhos vivenciarem as próprias experiências sem interferência ou seu ”jeitinho protetor” de mãe-coruja falará mais alto? E para melhorar o cenário, Hermínia descobre que o seu novo vizinho é o traste de seu ex-marido.
A minha segunda dica é uma série para pensar e se encantar. De uma forma muito leve e envolvente, Anne with an E, da Netflix, aborda temas como valores, respeito ao próximo, preconceito, maternidade e paternidade tardias e seus desafios, sonhos abandonados, pirâmide social, machismo, protagonismo feminino, inovações tecnológicas, censura, resiliência, diferentes contextos familiares, relação entre filhos e pais, o amor que rompe barreiras entre outros temas. Baseada no livro de 1908 Anne de Green Gables, a série conta a história de uma ruivinha órfã adotada equivocamente por um casal de irmãos solteiros de meia idade em uma pequena vila no Canadá de 1890.  O programa possui um enredo muito rico, nos permitindo uma avalanche de reflexões. Ao mesmo tempo que é um entretenimento, também é educativo. Tenho certeza de que você e sua família se encantarão com a impetuosa e faladeira Anne.

Priscila Siqueira
Instrutora de maquiagem, manicure e pedicure da Unidade Resende e da Unidade Móvel Senac RJ.

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